José Roberto Guimarães é o cara

jose-roberto-guimaraesEste certamente é o ano dele. Depois do tri-campeonato olímpico com o título da Seleção Feminina em Londres, Zé Roberto alcança mais uma marca importante: foi eleito o técnico do ano pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro), ao lado de Marcos Goto, treinador do ginasta Arthur Zanetti, repetindo o feito de 2008 .

Apesar das inúmeras polêmicas criadas pelos cortes que ele fez na seleção pré-Olimpíada, o que gerou muitos desafetos a seu modo de dirigir o time, não há como negar que o título é merecido. Afinal, ninguém ganha três ouros olímpicos por acaso.

Zé Roberto é o responsável por estruturar e dar cara à geração de ouro de Pequim, em 2008. Quatro anos depois, foi obrigado a se reinventar para vencer em Londres. Lidou com embates mais psicológicos do que técnicos, fez cortes estratégicos, conseguiu abafar a panela e incendiar o brio das jogadoras. É claro que também houveram erros, derrotas e descrença. Mas a sua experiência falou mais alto. Muitos dizem que a incrível arrancada da seleção em Londres se deveu mais às jogadoras do que à atuação dele. Mas um bom técnico também sabe a hora de equilibrar o pulso firme e o respaldo. Méritos a ele, novamente.

Outra notícia recente é a sua continuidade à frente da Seleção até 2016. Justíssimo. Apesar do desgaste natural que acontece (são 10 dez anos com a Seleção), agora chega a hora da renovação, o que pode dar respiro ao time. Algumas veteranas como Fabi e Paula Pequeno não devem continuar até 2016. E o sangue novo deve dar uma movimentada no time e uma amenizada nas panelas internas que tanto reverberam no aspecto psicológico das jogadoras.

Bola de Ouro da FIFA sem surpresas

bola-de-ouro-fifa-france-football-foto-ReutersComo já diz o ditado ‘religião, política e futebol’ não se discute. Mas quando se vê na lista dos melhores jogadores do mundo nomes como Busquets e Piqué, essa máxima causa estranheza.

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